09 maio 2011

Dados sobre pornografia

Extraído de The Pink Cross. Traduzido por Kamylla Araújo.

* Na reunião de 2003 da Academia Americana de Advogados Matrimoniais, um encontro de advogados de divórcio do país, os participantes revelaram que 58% dos seus divórcios foram resultado de um cônjuge olhando quantidades excessivas de pornografia on-line.

* A pornografia infantil é um dos negócios online que mais cresce, e o conteúdo está se tornando cada vez pior. Em 2008, a Internet Watch Foundation encontrou 1.536 sites de abuso infantil.

* Nos Estados Unidos, de 1351 pastores entrevistados, 54% tinham visto pornografia na Internet no ano passado.

* Há 4,2 milhões de sites pornográficos, 420 milhões de websites pornográficos, e 68 milhões de pedidos diários em sites de busca.

* 50% dos homens e 20% das mulheres na igreja veem pornografia regularmente (nos Estados Unidos).

* A receita mundial de pornografia em 2006 foi de 97,06 bilhões de dólares. Desse total, aproximadamente US$ 13 bilhões, foi nos Estados Unidos.

* Mais de 11 milhões de adolescentes veem, regularmente, pornografia online (nos Estados Unidos).

* O maior grupo a ver pornografia online está entre as idades de 12 a 17 anos.

* No condado de Los Angeles, os casos de clamídia e gonorréia entre artistas são 10x mais comuns do que entre outras pessoas de 20-24 anos de idade.

* 70% das infecções sexualmente transmissíveis na indústria pornô ocorre entre as mulheres, de acordo com o departamento de Saúde Pública do condado de Los Angeles.

* Desde 2004, 26 casos de HIV foram relatados em atores ou atrizes pornográficos pela Adult Industry Medical Healthcare Foundation (AIM).

* 66% dos artistas pornográficos têm herpes, uma doença incurável.

* 2.396 casos de clamídia e 1.389 casos de gonorréia entre artistas relatados desde 2004.

* Mais de 100 atores e atrizes de filmes pornôs heterossexuais e homossexuais já morreram de AIDS.

* 36 estrelas pornô morreram pelo que nós conhecemos como HIV, homicídio, suicídio e drogas entre 2007 e 2010.

* De todos os sites conhecidos de abuso infantil, 48 por cento estão alojados nos Estados Unidos.

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